
Entre a calamidade
E o fim das eras
Estava a espera...
Um tampão entre mortes
O vácuo
Entre as areias
Do tempo
Os trapos a cobrirem
O relento
A cor pálida
Que precede o sangue...
Oh! Que expectativa
Devemos cultivar
Pelo nosso futuro?
Se hoje, todo o fosco,
Precede o que é escuro?


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